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domingo, 5 de dezembro de 2021

Como pescar o Trairão com sucesso

 

                                                                                                                                                                     Peixe da família Erythrynidae, o Trairão é um peixe de corpo cilíndrico, possui cabeça grande com cerca de 1/3 do comprimento total do corpo. A cor é em geral marrom escuro, muitas vezes enegrecida, que o camufla sobre fundos de lama e folhas. As nadadeiras com bordos arredondados apresentam a mesma coloração do corpo. Pode atingir mais de 1 metro de comprimento e cerca de 15 quilos

Destruidor de iscas, o Trairão possui uma dentição pronunciada, perfurante, e uma mordida bem forte. Dentes caninos ligeiramente comprimidos, de tamanhos variados, ornamentam sua grande bocarra.

É muitas vezes pescado no visual, necessitando uma boa pontaria do pescador. Assim que a isca é posta em seu raio de ação, quase sempre é prontamente atacada.

Predador voraz por natureza, tem preferência por peixes, mas quando tem a chance, não costuma rejeitar pequenos mamíferos, aves e anfíbios.

A espécie Hoplias macrophthalmus ocorre nas bacias amazônica (áreas de cabeceiras dos tributários) e Tocantins-Araguaia,  a Hoplias lacerdae, na bacia do Prata (alto Paraguai) e a Hoplias aimara, em rios do médio e baixo Amazonas, como o Tocantins, Xingu e Tapajós.

Estas espécies estão quase sempre associadas a ambientes lênticos e rasos de lagos, enseadas e “ressacas”. Freqüenta as águas rasas e mais quentes próximas da margem, geralmente em fundos de lama, com vegetação e galhos. Também gosta de áreas mais fundas em rios e riachos, muitas vezes na região de águas rápidas e de correnteza, em meio a troncos ou rochas submersas.

O equipamento mais indicado é do tipo médio/pesado ou pesado. Varas de comprimento variados de 6 a 7 pés, para linhas de 15 a 30 libras (0,35 a 0,50mm). Molinetes e carretilhas que comportem até 100 metros da linha escolhida. Anzóis de n° 6/0 a 8/0, encastoados com arame ou empates de aço.
Na pesca de Fly, recomenda-se o uso de varas de 8 a 10, com linhas floating. Iscas como hairbugs, poppers, divers e streamers são as mais eficientes. O uso de um pequeno empate é recomendado sempre.

Iscas naturais, como pedaços de peixes (cachorra, matrinxã, curimbatá etc.) ou inteiras, vivas ou mortas, como lambaris e pequenos peixes da região.
As iscas artificiais também são muito utilizadas, principalmente os plugs de superfície e meia água, como jumping baits, hélices e poppers que são bastante provocativas. Buzzbaits e spinnerbaits também são prontamente atacadas, mas logo depois ficam praticamente descartáveis.
Muito cuidado ao retirar o anzol da boca do trairão porque a mordida é forte e os dentes afiados.


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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Dourado do mar e como pesca-lo

É um peixe muito comum nas pescas costeiras e ocêanicas, tem o formato do corpo muito particular e interessante. Para capturar alguns indivíduos, basta manter um peixe fisgado próximo do barco, prática chamada de "encachorrar", que acaba atraindo o resto do cardume, é bem interessante e o resultado é excelente.
Melhor época de pesca-lo, é no verão , a época mais quente do ano.
Boa pescaria amigo.

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Conhecendo o tucunaré

   Tucunaré:

  É uma espécie de peixe presente nos rios da América do Sul, em especial do Brasil, também conhecida como tucunaré-açu, tucunaré-paca, tucunaré-pinima, tucunaré-pitanga, tucunaré-vermelho ou tucunaré-pretinho.

 Os tucunarés são peixes de médio porte com comprimentos entre 30 centímetros e 1 metro. 
Todos apresentam como característica um ocelo redondo no pedúnculo caudal.
 Os tucunarés são sedentários e vivem em lagos, lagoas, rios e estuários, preferindo zonas de águas lentas ou paradas. 
Na época de reprodução formam casais que partilham a responsabilidade de proteger o ninho, ovos e juvenis.
 São peixes diurnos que se alimentam de qual quer coisa pequena que se movimenta e outros peixes e até pequenos crustáceos. Ao contrário da maioria dos peixes da Amazônia, os tucunarés perseguem a presa até conseguir o sucesso.
 O tucunaré é um peixe popular em pesca desportiva. A espécie C. orinocensis foi introduzida em   Singapura com este mesmo propósito, mas com consequências trágicas para a fauna endémica da região.


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domingo, 10 de julho de 2011

O frio chegou!!!!

No frio podemos pescar , mas é difícil pegar peixes , mas ainda podemos pescar determinados peixes, como o black bass, o pintado, a cachára, bagres, enfim peixes de fundo.

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terça-feira, 19 de abril de 2011

Piapara

Piapara
Nome Popular
Piapara, Piau
Nome Científico
Leporinus obtusidens
FamíliaAnostomidae
Distribuição Geográfica
Bacia do Prata. Na bacia do São Francisco ocorre o Leporinus elongatus também conhecido como piapara.
DescriçãoPeixe de escamas; corpo alongado, um pouco alto e fusiforme; boca terminal. Coloração prateada, com o dorso castanho escuro e o abdome amarelado. Apresenta três manchas pretas nas laterais do corpo, e nadadeiras amareladas. A piapara alcança em média 40cm de comprimento total e 1,5kg, sendo que os indivíduos maiores chegam a 80cm e 6kg. Esta espécie pertence à família Anostomidae, que possui uma grande diversidade de gêneros e espécies com representantes em todas as bacias hidrográficas brasileiras, conhecidos como aracus (bacia amazônica), piaus (bacia Araguaia-Tocantins, Paraná e São Francisco), piavuçu, piava etc. A diferença de L. elongatus da bacia do São Francisco é a posição da boca, que é subinferior.
EcologiaÉ uma espécie bastante comum na bacia do Prata. Vive nos rios, em poços profundos e nas margens, na boca de lagoas e corixos. Espécie onívora, alimenta-se de vegetais e insetos, adultos e larvas. A grande maioria dos anostomídeos é onívora, alimentando-se preferencialmente de invertebrados e frutos, mas algumas espécies se alimentam exclusivamente de algas filamentosas, raízes de gramíneas ou de frutos/sementes pequenos. Realiza migração reprodutiva.
EquipamentosVara de bambu, nas pescarias de barranco, e vara de ação média e carretilha para a pesca embarcada. As linhas mais utilizadas são de 12 a 14 lb., preparadas com chumbadinha leve e solta na linha, e anzol pequeno.
IscasA espécie é capturada exclusivamente com iscas naturais como, por exemplo, milho verde ou azedo, bolinhas de massa, caramujo etc.
DicasPara se ter sucesso na pesca da piapara, é necessário alguma experiência. O peixe costuma pegar a isca com suavidade e acomodá-la na boca antes de correr. Se o pescador ficar afobado vai perdê-lo. Para realizar uma boa pescaria é preciso fazer uma ceva com milho ou massa de farinha para reunir os peixes no local onde se pretende pescar. Na pesca embarcada, o uso de um canhão é muito útil para manter os peixes nas proximidades.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Matrinxã






Nome Popular :
Matrinxã
Nome Científico:
Brycon sp.
Família:Characidae
Distribuição Geográfica:Bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.
Descrição:Peixe de escamas; corpo alongado, um pouco alto e comprimido. A coloração é prateada, com as nadadeiras alaranjadas, sendo a nadadeira caudal escura. Apresenta uma mancha arredondada escura na região umeral. Os dentes são multicuspidados dispostos em várias fileiras na maxila superior. Pode alcançar 80cm de comprimento total e 5kg.
Ecologia:Espécie onívora: alimenta-se de frutos, sementes, flores, insetos e, ocasionalmente, de pequenos peixes. Realiza migrações reprodutivas e tróficas. Nos rios de água clara, é comum ver cardumes de matrinxã, se alimentando debaixo das árvores, ao longo das margens.
Equipamentos:Equipamento do tipo médio, com linhas de 10 a 17 lb. e anzóis de n° 2/0 a 6/0.
Iscas:Iscas artificiais, como colheres e plugs; iscas naturais, frutos, flores, insetos, minhoca, coração e fígado de boi em tirinhas.
Dicas:Pode ser encontrada nas corredeiras e remansos dos rios. Quando fisgada, a tendência é levar a isca para cima.

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dourado





Dourado
Nome Científico
Brachyplatystoma rousseauxii

Família
Pimelodidae

Distribuição Geográfica
Bacia amazônica

Descrição
Peixe de couro. A cabeça é prateada e o corpo claro com reflexos dourados, daí o nome comum. Apresenta longos lobos na nadadeira caudal e barbilhões curtos. É uma espécie de grande porte, que pode chegar a mais de 1,8m de comprimento total e 30kg.

Ecologia
É um predador por excelência, atacando vorazmente os cardumes de peixes menores, principalmente peixes de escamas. Realiza longas migrações reprodutivas, percorrendo distâncias superiores a 4.000km, desde o estuário amazônico até a área pré-andina na Colômbia, Peru e Bolívia. Os peixes levam de 2 a 3 anos para migrar rio acima, antes de desovar aos três anos de idade. As larvas são carreadas rio abaixo pela forte correnteza alcançando o estuário, que é o hábitat de crescimento, em 2 a 4 semanas. A espécie tem importância comercial em diversas áreas da Amazônia.

Equipamentos
O equipamento empregado é do tipo pesado com linhas de 25 a 30 lb. Anzóis encastoados de n° 8/0 a 10/0 com aço recapado de 50-100 lb. e chumbos para manter a isca no fundo.

Iscas
As iscas devem ser peixes inteiros como jaraqui, curimbatá e matrinxã, entre outros.

Dicas
A pesca é realizada no leito de grandes rios, nos poços e trechos abaixo das corredeiras e pedrais. É um peixe que briga muito, dando bastante emoção ao pescador.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Black Bass

Black BassNome PopularBlack Bass, Largemouth Bass
Nome Científico
Micropterus salmonoides
FamíliaCentrarchidae

Distribuição Geográfica
A família é endêmica da América do Norte. A espécie foi introduzida em alguns reservatórios das regiões Sudeste (São Paulo e Rio de Janeiro) e Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

Descrição
Peixe de escamas. A variedade introduzida no Brasil é a largemouth bass e o que a diferencia das outras espécies é o tamanho da boca, que ultrapassa a margem posterior do olho. Embora nos Estados Unidos alcance 10kg, no Brasil, esta espécie raramente ultrapassa 3kg.

Ecologia
É considerado o peixe de água doce mais esportivo dos Estados Unidos. Vive próximo de troncos e pedras, predando todo tipo de organismo que encontra, como peixes, cobras, sapos, aves, insetos e, até mesmo, morcegos. A visão é um sentido muito importante para essa espécie.

Equipamentos
Os equipamentos de ação leve e média são especiais e adequados para a captura deste peixe. As linhas podem variar de 10 a 20 lb.

Iscas
Entre as iscas naturais, as melhores são minhoca e lambari. As iscas artificiais podem ser plugs, jigs, minhocas, salamandras e spinnerbaits.

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Corvina






Nome PopularCorvina, Pescada/Freshwater Croaker
Nome Científico
Plagioscion spp.
FamíliaSciaenidae
Distribuição GeográficaBacias amazônica e Araguaia-Tocantins. Introduzida e bem sucedida nos reservatórios das bacias do Prata e do São Francisco e nos açudes do Nordeste.
DescriçãoA família é principalmente marinha, mas possui vários representantes na água doce, sendo o gênero Plagioscion o mais comum. Peixes de escamas; coloração prata azulada; boca oblíqua, com um grande número de dentes recurvados e pontiagudos. Possui dentes na faringe e a parte anterior dos arcos branquiais apresenta projeções afiadas com a margem interna denteada. Alcança mais de 50cm de comprimento total.
EcologiaEspécies de fundo e meia água, sedentárias, que formam grandes cardumes na porção central de lagos, lagoas e reservatórios. Alimentam-se de peixes e camarões, com predominância de um ou outro dependendo do local. Espécies muito apreciadas pela carne branca e delicada, sendo que Plagioscion squamosissimus, a espécie mais comum, tem grande importância comercial na Amazônia.
EquipamentosO equipamento empregado é do tipo médio para linhas de 14, 17 e 20 lb. É aconselhável o uso de varas de ação mais rígida. O anzol pode variar do n° 2/0 a 6/0.
IscasPrincipalmente iscas naturais, como pequenos peixes em pedaços ou inteiros (lambaris, sardinhas de água doce) e camarões. Ocasionalmente, podem ser capturadas com plugs de meia água e jigs.
DicasOs maiores indivíduos costumam ser pescados à noite em poços profundos. Como muitas vezes o cardume está no fundo, a fisgada tem que ser firme para o peixe não escapar.

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domingo, 30 de janeiro de 2011

Peixes: Conservação e Qualidade

A pescaria foi boa, e pretende armazenar os peixes capturados para serem consumidos  posteriormente?! Abaixo seguem dicas úteis para que estes peixes durem o máximo de tempo frescos.

peixes134.jpg
Conservando um Peixe Fresco
Um peixe recém-capturado resistirá melhor se deixarmos suas escamas e o muco que as envolve íntegros e retirarmos todas as vísceras. Independente do gelo para conservação. Para um bom congelamento, o peixe deverá ser completamente limpo um pouco antes. O método de captura exerce grande influência na deterioração do pescado. Em geral, os peixes capturados com anzol ou arpão resistem mais tempo, enquanto aqueles capturados com o uso de determinadas redes de pesca resistem menos tempo, devido, principalmente, ao longo tempo de permanência na água (o pescador costuma deixar sua rede na tarde de um dia e recolhê-la na manhã do outro dia). Além disso, uma demorada exposição ao sol propicia a rápida deterioração, especialmente para aqueles peixes que vivem no fundo ou próximo dele (com a coloração mais escura).
alvohot1.jpg
foto: alvohot
A Qualidade da Carne de Peixe
A carne do peixe fresco é considerada uma das melhores no tocante à facilidade de digestão e valor nutritivo. Com relação ao sabor e qualidade de sua carne, o que influi diretamente em seu preço no mercado, os peixes podem ser divididos em quatro grupos básicos, relacionados a seguir.
peixefrito.jpg
1a Linha: Abrótea, Badejo, Cherne, Linguado, Merluza, Namorado e Robalo.
2a Linha: Albacora, Atum, Cioba, Dourado, Enchova, Espadarte, Garoupa, Marlim, Mero, Michole, Pargo, Pescada, Sargo-de-dente, Tira-vira, Trilha e Viola.
3a Linha: Batata, Baúna, Bicuda, Bujupirá, Bonito, Cação, Caranha, Cavala, Corvina, Goete, Olhete, Olho-de-boi, Olho-de-cão, Pampo, Pescadinha, Pirá, Piraúna, Raia, Sargo-de-beiço, Sernambiguara, Serra, Sororoca, Tainha, Vermelho, Xaréu, Xerelete e Xixarro.
4a Linha: Bagre, Baiacu, Carapicu, Cavalinha, Coco-roca, Congro, Galo, Espada, Manjuba, Moréia, Parati, Peixe-porco, Pirangica, Sardinha e Ubarana.

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sábado, 29 de janeiro de 2011

Tamanho mínimo para captura de peixes marinhos

tabela2.jpg

Regiões Sudeste/Sul  -  Portaria IBAMA nº 53/05
NOME POPULAR     /     NOME CIENTÍFICO     /     TAMANHO MÍNIMO(cm)
Anchova____________________Pomatomus saltatrix_________________35
Badejo-de-areia______________Mycteroperca microlepis_______________30
Badejo-mira________________Mycteroperca acutirostris_______________23
Badejo-quadrado____________Mycteroperca bonaci__________________45
Bagre_____________________Cathorops spixii______________________12
Bagre_____________________Genindes genidens___________________20
Bagre-branco_______________Genindes barbus_____________________ 40
Batata____________________Lopholatilus villarii____________________40
Cabrinha__________________ Prionotus punctatus___________________18
Cação-anjo-asa-longa________Squatina argentina___________________70
Cação-listrado/Cação-malhado__Mustelus fasciatus__________________100
Castanha__________________Umbrina canosai_____________________20
Corvina__________________Micropogonias furnieri__________________25
Garoupa_________________Epinephelus marginatus_________________47
Goete___________________Cynoscion jamaicensis___________________16
Linguado_____________Paralichthys patagonicus/P. brasiliensis________35
Miraguaia________________Pogonias cromis________________________65
Palombeta_______________Chloroscombrus chrysurus________________12
Pampo-viúva______________Parona signata_______________________ 15
Pampo/gordinho____________Peprilus paru_________________________15
Papa-terra-branca ou Betara___Menticirrhus littoralis__________________20
Parati ou Saúba____________ Mugil curema_________________________20
Peixe-espada______________Trichiurus lepturus____________________ 70
Peixe-porco ou Cangulo_______Balistes capriscus/B. vetula_____________20
Peixe-rei____________Odonthestes bonariensis/Atherinella brasiliensis___10
Pescada-olhuda ou Maria-mole____Cynoscion striatus_________________30
Pescadinha_______________Macrodon ancylodon __________________ 25
Robalo-flecha______________Centropomus undecimalis______________50
Robalo-peba ou peva________ Centropomus parallelus________________30
Sardinha-lage_____________Opisthonema oglinum__________________15
Tainha__________________ Mugil platanus/Mugil Liza_______________35
Trilha___________________ Mullus argetinae_____________________13
Tubarão-martelo-liso________Sphyrna zygaena_____________________60
Tubarão-martelo-recortado____Sphyrna lewini _____________________ 60
Lembre-se: o tamanho mínimo de captura dos peixes marinhos é medido da ponta do focinho até a extremidade da nadadeira caudal mais alongada.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Black bass







Famoso por sua selectividade, parece muitas vezes se transformar num fantasma da represa, desaparecendo por completo. Em outras ocasiões, é bastante visto e pouco capturado. O pescador que desvenda seus segredos tem como recompensa belos troféus.
Minhocas e iscas plásticas de fundo costumam ser boas opções, as colheres duplas e alongadas também são ótimos atrativos.A transparência das águas também é muito importante para sua captura.
Na pesca do bass também podemos nos deparar com grandes ataque das tráiras que também atacam no mesmo território do bass. É um peixe ótimo para pescar no inverno. Amigos pescadores boa pescaria.

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domingo, 23 de janeiro de 2011

Dourado do mar

Dourado do mar

Muito bonito, colorido, veloz e exímio saltador, o bélissimo dourado-do-mar, sem dúvida, esta entre os peixes mais importantes da pesca oceânica.
Com crescimento surpreendentemente rápido, o Mahi-Mahi (nome do dourado nos EUA) esta apto a procriar com apenas 75 dias de vida ( as fêmeas) e pode atingir mais de 20 Kg em menos de dois anos (no caso dos machos). É uma das espécies mais numerosas nas águas azuis e todo o pescador esportivo, seja ele veterano, seja iniciante, na pesca oceânica tem ótimas recordações da determinação e energia que o dourado demonstra, especialmente quando pescado com equipamento leve.
O recorde mundial de 39.46 Kg foi capturado na Costa Rica, em 25 de setembro de 1976, pelo pescador Manuel Salazar.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tambaqui






Nome Popular
Tambaqui
Nome CientíficoColossoma macropomum
FamíliaCharacidae
Distribuição Geográfica
Bacia amazônica.
DescriçãoPeixe de escamas; corpo romboidal; nadadeira adiposa curta com raios na extremidade; dentes molariformes e rastros branquiais longos e numerosos. A coloração geralmente é parda na metade superior e preta na metade inferior do corpo, mas pode variar para mais clara ou mais escura dependendo da cor da água. Os alevinos são cinza claro com manchas escuras espalhadas na metade superior do corpo. O tambaqui alcança cerca de 90cm de comprimento total. Antigamente eram capturados exemplares com até 45kg. Hoje, por causa da sobrepesca, praticamente não existem indivíduos desse porte.
EcologiaEspécie migradora, realiza migrações reprodutivas, tróficas e de dispersão. Durante a época de cheia entra na mata inundada, onde se alimenta de frutos/sementes. Durante a seca, os indivíduos jovens ficam nos lagos de várzea onde se alimentam de zooplâncton e os adultos migram para os rios de águas barrentas para desovar. Nessa época, não se alimentam, vivendo da gordura que acumularam durante a época cheia. Uma das espécies comerciais mais importantes da Amazônia central.
Equipamentos
Os equipamentos mais recomendados são do tipo médio/pesado, e pesado para os grandes exemplares. As linhas devem ser de 17, 20, 25 e 30 lb. Deve-se usar empates curtos, por causa dos dentes e da boca pequena do tambaqui. Os anzóis devem variar do n° 2/0 a 8/0.
IscasAs iscas devem ser frutos da região, as preferidas pela espécie, e minhocuçu.
DicasA pesca com anzol é mais fácil quando o peixe está batendo. A isca de minhocuçu, por exemplo, deve ser arremessada na batida do peixe.

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Agulhão de Vela (Sailfish)

Conhecido pelos pescadores brasileiros como Agulhão de Vela, os exemplares da espécie são provavelmente os peixes mais fantásticos da pesca em mar aberto.
O agulhão-bandeira apresenta a nadadeira dorsal muito proeminente de cor azul-cobalto com pinta negras e segundo pesquisadores é um dos peixes mais velozes dos mares.
De hábitos seletivos e atitudes requintadas, o sailfish, sem dúvida, simboliza a sofisticação da pesca de corrico oceânico. Ele impressiona por sua astúcia e beleza e é considerado, por recentes pesquisas uma das espécies mais resistentes da família de bico.
A espécie esta entre as melhores taxas de sobrevivência pós-captura. Provavelmente o Sailfish é um dos mais desejados adversário dos pescadores esportivos.
O recorde mundial ( do Atlântico) é de 64kg e foi capturado em Luanda, Angola, no dia 19 de Fevereiro de 1994, pelo pescador Alfredo de Souza Neto.
Realmente um magnifico peixe...

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Voce sabia que o peixe elétrico da choque mesmo

 Alguns peixes têm sim a capacidade de dar choques, alguns com alta voltagem. Os peixes elétricos existem em todo o Brasil, mas aparecem mais na região norte, especialmente na Bacia Amazônica. 
     Mas de onde vem essa eletricidade? "Todo movimento muscular se dá através de sinapses, impulsos elétricos aos músculos. Os peixes elétricos armazenam nos músculos laterais a corrente gerada por essas sinapses, em vez de consumi-la", e usam essa energia para reagir a ataques, se comunicar, disputar com outros peixes território ou acasalar.
   "Quanto maior o animal, mais forte o choque". Alguns, como o puraquê amazônico, chegam a dar descargas de 600 volts. Um choque desses pode paralisar os movimentos e causar afogamento. Apesar disso, sabe-se apenas de um caso de morte por "ataque" de peixe elétrico: em um aquário, um desses animais pulou para fora do tanque e um funcionário agarrou-o para devolvê-lo à água. Com o susto, o peixe liberou a descarga, mas como o homem tinha um marcapasso, o choque terminou por causar um ataque cardíaco e o levou a óbto.

 

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domingo, 2 de janeiro de 2011

Os peixes mais sinistros do mundo

Salamandra:  ele permanece em sua forma larval durante toda a sua vida e nunca se torna adulto. Também está ameaçada de extinção devido à destruição do habitat e a poluição da água.
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Atum

 

Atum (Thunnus thinnus L.)

O termo vulgar "atum", diz respeito, na verdade, não apenas a uma espécie, mas sim a várias, tendo em comum todas o facto de pertencerem ao género Thunnus, pertencentes à família Scombridæ da qual também fazem parte a vulgaríssima cavala (Scomber japonicus) e a sarda (S. scombrus). Daqui para a frente, e até ao fim da página, quando fizer referência ao "atum" pura e simplesmente, estar-me-ei reportando à mais vulgar de todas as espécies, aquela que era (e é) pescada nas costas do Algarve - o atum vermelho do Atlântico (Thunnus thynnusL.). Esta espécie é também conhecida pelo nome de rabil.

Depois de que ficou dito acima, passo a descrever a espécie: o atum é uma espécie migradora e gregária que normalmente habita (fora dos meses de reprodução) o Oceano Altântico Central entre a costas europeia e norte-americana. Normalmente, nas costas algarvias, apresenta-se com dimensões da ordem de 2 a 2,5 m, oscilando entre os 150 e 300 kg de peso na idade adulta, podendo em casos extremos pode atingir 4 m de comprimento e acercar-se da tonelada de peso dependendo dos ecossistemas. Estas dimensões são atingidas principalmente pelos mais velhos, quando ultrapassam os 15 anos de idade (a idade máxima registada é 24). Forma cardumes extensos, especialmente na época migratória, que efectuam longas migrações atravessando o estreito de Gibraltar em direcção ao Golfo de Sidra e Ilhas Baleares no Mediterrâneo, onde tem lugar a desova, durante os meses de Junho e Julho. É por isso que é pescado em vários países, dependendo de quais se aproxima durante a deslocação. Em migração pode atingir velocidades extremamente elevadas, de perto dos 90 km/h. É a esta migração em direcção ao Mediterrâneo que se dá o nome vulgar de "atum de direito", quando o peixe se encontra mais gordo e logicamente mais saboroso, devido à alimentação que efectou de forma a poder levar a bom termo a migração. Quando o atum regressa aos seus habitats do Atlântico, em direcção a Oeste, já no final do Verão, é a época do "atum de revés", que já não é tão apetecível como o de "direito", devido à maior parte da suas reservas nutritivas terem sido consumidas no esforço de reprodução.
É curioso verificar que, consoante as suas dimensões, e tendo em conta o interesse comercial, o atum pescado adquiria diferentes denominações, sendo considerado como "atum", quando ultrapassava 110 Kg; "atuarro" entre 100 e 40 Kg; "albacora" entre 35 e 15 kg; "cachorreta" com menos de 10 Kg. De entre todas as partes do corpo do atum, a mais procurada é o "sangacho", a mais saborosa que na carne crua tem uma cor avermelhada, sendo aquela que, no bife de atum, se apresenta em volta da espinha com uma cor castanho-escura.

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Olho-de-cão

Caracterizado pela cor laranja avermelhado do corpo e pelo tamanho avantajado de seu olho, pode atingir 40 cm de comprimento. Vive sobre fundos rochosos e coralíneos, tendo hábitos preferêncialmente noturnos e habitando tocas escuras durante o dia.

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Priacanthus arenatus

Quando descoberto pelo pescador submarino, costuma encara-lo, mas ao menor sinal de ameaça, procura abrigo. Embora não seja um peixe de grande interesse do ponto de vista esportivo, sua carne é excelente. Pode ser capturado durante todo o ano, com destaque para os meses quentes. Não é comum junto a costões, preferindo ilhas e parcéis, formando grupos numerosos, ou solitários em frestas escuras.

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Alimenta-se de peixes, lulas e crustáceos, podendo ser pescados com as iscas naturais anteriormente sitadas e artificiais, como jigs.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Dourado

Predador voraz, valente e saltador, são algumas das características deste peixe, também conhecido como o “rei do rio”.

É o maior peixe de escamas encontrado nas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai - Salminus brasiliensis, podendo as fêmeas atingir 1,2 m de comprimento e mais de 25 kg de peso(os machos dificilmente ultrapassam os 8 kg), há também uma outra espécie(Salminus Franciscanus) que habita a bacia do São Francisco que pode atingir porte ainda maior(1,5m).

Possui cabeça grande, sua boca é óssea com poderosos dentes cortantes. De corpo fusiforme, é bastante hidrodinâmico. Sua coloração é quase que total amarelo-ouro, com exceção da nadadeira caudal que possui tons de vermelho com uma faixa preta central.

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De hábitos piscívoros, alimenta-se de pequenos peixes nas águas agitadas e na foz de “corixos”, principalmente durante a vazante, quando os filhotes e jovens de outras espécies migram para a calha principal dos rios.

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O período de reprodução vai do início da estação chuvosa e prolonga-se por até 4 meses. Na desova são liberados entre 2.000.000 e 2.600.000 de ovócitos. Apesar disso, atualmente, este peixe encontra-se ameaçado e até desapareceu de inúmeros rios devido à intensa atividade de pescadores profissionais e amadores, e principalmente pela destruição de seus habitats, como a construções de barragens que impedem sua migração(Piracema) para a reprodução e alimentação, além da poluição das águas.

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Dicas de Pesca: Sua pesca pode ser realizada com iscas naturais ou artificiais, nos sistemas de corrico, rodada, pesca de arremesso ou fundeada, em pontos de passagem para os peixes ou nos locais onde suas presas se reúnem. Na pesca de iscas artificiais, escolha os plugs de meia-água de tamanhos médio e grande e também as colheres, que podem ser utilizadas tanto no arremesso em direção às margens, como para o corrico. A pesca com iscas naturais é bastante produtiva. Pode ser praticada na rodada, com um pequeno chumbo. As iscas de tuvira e sarapó são muito apreciadas por este peixe, que também não dispensa as chamadas iscas brancas, como lambaris, curimbatás, piaus e piraputangas. Use varas rápidas, linhas mais “secas” e anzóis muito bem afiados, pois é um dos peixes mais difíceis de se fisgar(sua boca é muito dura).

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