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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Como fazer com iscas artificiais, e pescar,Técnicas infalíveis.

 O livro "Pesca com Iscas Artificiais" é para você que ainda não pesca com iscas artificiais ou se já pesca, mas não está tendo sucesso em suas pescarias e precisa de orientação para comprar o material correto.

O livro responde a perguntas comuns como Quais são os tipos e formatos de iscas artificiais? Que cor de isca devo escolher? Que isca uso para esse peixe? Por que não peguei nenhum peixe hoje? Onde devo arremessar? Quais equipamentos e acessórios devo comprar? E muito mais, incluindo como fisgar um bom peixe, fatores que influenciam a pesca (como Luas e Marés), etc.
Abrasileiramos os nomes e nomenclaturas, em linguagem simplificada, para que todos os pescadores consigam com facilidade almejar o êxito em suas pescarias. E para tornar ainda mais gostoso de ler, o livro é rico em fotos coloridas e ilustrações com 91 páginas e mais de 20 capítulos.

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sábado, 25 de julho de 2015

Peixes da Amazônia e suas iscas preferidas

Reunimos aqui as melhores iscas para capturar os 5 principais peixes da Amazônia. Confira!
As pescarias nos rios da Amazônia sempre rendem boas histórias e registros. Afinal, é o maior ecossistema da Terra, com peixes grandes e valentes. Pescadores amadores e profissionais aproveitam os meses de julho e agosto por conta do clima bastante quente e com poucas chuvas, que facilita a captura de peixes como Tucunaré, Pirarucu, Piramutaba ou Tambaqui. Fique ligado em algumas dicas para capturar esse gigantes do Rio Amazonas. O primeiro passo é ter isca e linhas de pesca adequadas, pois não estamos falando de qualquer peixinho. Pronto para a aventura?


Tucunaré

Fonte: Elva Vieira, jornalista


Um embate clássico entre pescadores e esse nobre lutador, talvez a dificuldade da pesca seja um dos maiores motivos para que a pesca do tucunaré conquiste tantos aficionados a cada ano. Pensando na produtividade de captura, as iscas naturais são as mais indicadas, além de causarem menos danos aos peixes, facilitando também a sua soltura no caso da pesca esportiva. Opte por lambaris vivos - mas fique atento na escolha do barco, que precisa ter um viveiro em boas condições para manter as iscas vivas.

Iscas artificiais proporcionam maior interatividade com os tucunarés, ainda mais quando há um ataque explosivo às iscas de superfície. Porém, o Tucunaré consegue se desprender com muito mais facilidade de uma garatéia do que de um anzol, a produtividade também é bem menor em relação às iscas naturais. Entre as melhores e mais facilmente encontradas no mercado estão a isca Trairão Imakatsú, a TNT by JH. A Riproller - High Holler e a WildEye Swim - Storm. Dica: use iscas de superfície e espere o ataque, se ele não for concluído, deixe o peixe descansar um pouco e use outra artificial, de meia-água. 

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

EVA e Missanga

Isca de EVA e Missangas:




E.V.A. é uma espécie de espuma que imita uma ração flutuando. Ela é utilizada principalmente na pesca de fly.
É muito comum a utilização de Miçangas junto com as iscas de EVA.
As iscas de EVA também são costumeiramente feitas de rolhas ou cortiças.
É uma isca bem eficiente, ja testada por mim.
Muito aceita pela matrinchã e a tilapia.

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Isca para Tucunaré e como utiliza-las

Tucunaré amarelo, capturado com uma isca artificial:











   Altamente voraz e predador, o tucunaré é uma das espécies mais procuradas pelos pescadores esportivos, seja pela sua agressividade e violência das arrancadas, seja pela beleza de suas explosões nos ataques na superfície d’água.

Tucunaré azul e Tucunaré amarelo

   As espécies mais conhecidas em represas distantes até cerca de 800 quilômetros de São Paulo, capital, são o tucunaré azul, que chega a ultrapassar os 5 kg, e o tucunaré amarelo, que raramente atinge os 3 kg, mas que pode crescer até 4 kg em determinadas situações.
   O tucunaré amarelo tem resistência e adaptabilidade muito maiores que as do tucunaré azul em águas mais frias e maior índice de sobrevivência na procriação, além de se adaptar muito bem em áreas menos oxigenadas e águas turvas, justamente o oposto de seu parente azulado. Não costuma realizar grandes migrações e se concentra em cardumes numerosos, preferindo sempre a proximidade das margens, vegetações ou troncos, mesmo que eventualmente em locais mais fundos, muitas vezes até sendo residente.
Exemplares disputando a mesma isca.
   O tucunaré azul, por sua vez, prefere águas mornas, mais claras e até águas amareladas, ricas em material orgânico, mas rejeitam águas avermelhadas ou excessivamente turvas, muitas vezes buscando águas mais oxigenadas, próximas a pedras e locais abertos com passagem de água corrente nos períodos de vazante.

Iscas Atificiais

   De acordo com a região, temos um comportamento diferenciado, tanto com relação ao tipo de isca a ser utilizada como para o tamanho e coloração das mesmas, dificultando a observação de um padrão característico para todas elas.
   Quando está ativo, dificilmente rejeita iscas de superfície e não erra o bote. Com velocidade surpreendente, ataca com precisão, muitas vezes na caída da isca artificial. Outras ocasiões, apenas reboja ou dá um único estouro na superfície, sendo necessária o uso de iscas de meia água para capturá-lo, ou de técnicas que façam com que o trabalho da isca artificial incentivem um novo ataque que culminem na sua captura.
   Entre esses trabalhos, está a famosa paradinha, o trabalho lento, e no, caso da Jumping Minnow ou sticks, como a Firestick da Intergreen, que tem dado ótimos resultados, está um toque curto e seco apenas, de modo a deixar a isca submergir. A resposta pode vir num estouro violento. Outras vezes, o trabalho contínuo em zigue-zague com ou sem paradinhas é o que manda.
   É interessante notar que, às vezes, é necessário insistir no mesmo local, pinchar três ou quatro vezes no mesmo local para o peixe aparecer. As iscas de hélices prestam-se ao serviço de levantar o tucunaré das profundidades com eficácia.
   Em algumas situações, a famosa Mirrolure 7MR , 20MR ou a Sputinick, com trabalhos próximos aos realizados na pesca do robalo são extremamente eficazes e, em outras, apenas uma cor específica tem ação, dificultando a sua captura. A isca Borboleta Tan-tan também tem se prestado para essa situação, com movimentos erráticos,atraindo muito bem o tucunaré.
   Quando a vegetação está densa e difícil de ser explorada, como no caso de capinzais vastos, o uso de iscas sem garatéias é essencial para conseguirmos obter o ataque do espécime e atrair o cardume para fora da estrutura. Em situações com excesso de algas, a colher anti-enrosco e o jig, apesar de menos emocionantes, fazem um trabalho na flor-d’água quando recolhidas rapidamente, atraindo o tucunaré.


   Muitas vezes, observamos que o tucunaré está mais ativo com iscas de barulho – como hélice ou popper; outras vezes, com iscas sem rattli’n. O ataque pode ser por fome, defesa ou simplesmente raiva, dada a violência com que ele é feito na isca artificial em certas circunstâncias.
   Os ventos influenciam no trabalho da isca, no controle do barco e na precisão do arremesso, porém, quando o peixe está ativo, principalmente os grandes, não existem problemas quanto a esse fator. Sugiro, nessa situação, o uso de iscas maiores, do tipo Zara Super (Excalibur) e do tipo popper ou hélice, além da execução de trabalhos que permitam ao peixe um ataque preciso , normalmente lento e com pausas.

























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domingo, 16 de outubro de 2011

Miçanga

  Miçanga:



   A miçanga é uma isca muito utilizada em pesqueiros para Tambaquis e Matrinxãs.
   Ela imita a ração e, por isso, deve ser utilizada em conjunto com uma bóia cevadeira, para confundir o peixe.
   Esta isca é muito boa e testada por mim.

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Zara

Zara:

   Zaras tem este nome porque trabalhar em zig-zag. Dê pequenos toques de ponta de vara sincronizados com o recolhimento, para que ele faça o trabalho em "Z".

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Stick

Stick:


    Esse tipo de isca artificial tem um peso maior na parte de trás.
    Para trabalhar esta isca, de pequenos toques e espere a isca flutuar.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Spinner Bait

Spinner Bait:

   Spinner Bait é uma isca muito utilizada na pesca de peixes predadores, principalmente Black Bass e traíra.
   Para trabalhar, recolha continuamente dando pequenos toques de ponta de vara.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Shad

Shad:

   O shad é uma isca artificial em formato de peixes fabricadas em materiais flexíveis e macios como silicone e borracha.

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sapo

Sapo:

   Sapo de borracha é um tipo de soft bait utilizado principalmente na pesca de Traíras. De toques de ponta de vara pausados, para imitar o comportamento do sapo.

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domingo, 15 de maio de 2011

Popeer

Popeer:



   Poppers são iscas que tem a cabeça chanfrada e imitam um peixinho caçando na superfície da água.
   Para trabalhar, de pequenos toques de ponta de vara com algumas pausas.

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sábado, 14 de maio de 2011

Plugue de barbela

Plugue de Barbela:


 As iscas de barbelas foram feitas para atingir profundidades maiores. Quanto maior a barbela, mais fundo a isca trabalha e, desta forma, pode buscar os peixes mais no fundo.
   O trabalho da isca consiste em pequenos toques para que a isca afunde. Eles podem ser pausados ou contínuos.

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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mosca

Mosca: 









  A mosca é a isca utilizada no Fly Fishing (Pesca com mosca).
   Elas podem ser facilmente confeccionadas pelo próprio pescador e dão bons resultados para trutra, salmão, tilápia, piraputangas e até Robalos.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Jumping Jig

Jumping Jig:


   Jumping Jig é uma isca de fundo. Ela é muito utilizada na pesca vertical, mas também pode ser utilizada na horizontal.
   Originalmente era utilizada para pesca e grandes peixes no mar, mas agora esta sendo muito utilizada também na pesca horizontal em pesqueiros.
   Os jigs variam de 15 a 400 gramas e podem atrair Robalos, anchovas, Atum, Pacu, Pintado, Wahoo, entre outros.

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terça-feira, 10 de maio de 2011

Jigs

Jigs:

   Os jigs são iscas que tem uma cabeça metálica e um penacho colorido.
   Esta é uma isca de fundo e pode ser trabalhada com recolhimento contínuo ou com toques.
   É eficiente para pesca de tucunarés e Robalos.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Hélice

Hélice:

   Essas são iscas de superfícies com uma ou duas hélices. Elas imitam um peixe na superfície e fazem um bom barulho.
   Para trabalhar ela, arremesse e de puxões com a ponta da vara. Isto fará com que a hélice gire, fazendo barulho e atraindo os peixes.
   Uma excelente isca, testada por mim.

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domingo, 8 de maio de 2011

Gotcha e krill

Gotcha e krill:

   Gotcha (Go-tcha) e Krill são iscas que podem ser trabalhadas na meia água ou fundo.
   Para trabalhar a isca, arremesse perto de costões ou estruturas e espera a isca afundar até a profundidade desejada e comece a recolher dando pequenos toques de ponta de vara, sempre com a linha esticada.
   Você pode variar a profundidade para buscar os peixes, mas tomando cuidado para não enroscar no fundo.
   Pode ser usado com molinete ou carretilha, em pincho ou corrico.
   Os peixes que podem ser pego com essa isca são: Anchova, galo, xaréu, sororoca, Carapau, badejos, tucunarés, Corvina, entre outros.


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sábado, 7 de maio de 2011

Eletrônica

Eletrônica:


   As iscas eletrônicas aparecerem nos meados dos anos 90 e, de lá pra cá vem ganhando cada vez mais adepto.
   Geralmente se trata de uma isca feita de material macio (softbait) e levemente translúcido, e conta com um led (micro lâmpada) interno que pisca em intervalos regulares.    Existem vários sites americanos que alegam que a média de capturas sobe em 3 vezes aos se utilizar esta isca.    Existem, inclusive, minhocas artificiais que tentam imitar o movimento de uma minhoca natural, através de atuadores magnéticos.

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Iscas artificiais sem ferrugem

   Quando pescamos no mar ou mangue nossas iscas sofrem com a ação corrosiva da água salgada ou salobra deixando garatéias e anzóis rapidamente oxidados (enferrujados). Quando garatéias e anzóis enferrujam sofrem danos em sua estrutura perdendo a ponta e capacidade de fisgar, assim como perdem resistência e quebram mais facilmente. Para evitar, é preciso lavar suas iscas após usá-las nessa condição para mantê-las em perfeito estado.

   Nunca misture as iscas usadas no dia com as que estão na caixa, separe-as em uma caixa plástica menor (tipo tupperware ) que caiba de 10 a 15 iscas. Após a pescaria lave em água corrente. Se possível use uma escova de dente para limpar as partes de metal.
   Também evite a ferrugem deixando as iscas de molho em uma mistura de água com uma colher de chá de bicarbonato de sódio (a venda em farmácias) na mesma caixa plástica até o dia seguinte. Depois, basta secar e guardar que estarão prontas para sua próxima pescaria.

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Colher

Colher 

A colher é uma isca simples, feita de metal e com formato de uma colher. O seu atrativo é o reflexo do sol na parte metálica.
A vantagem é que elas são simples, baratas e muito resistentes. É inevitável a utilização de um girador ou até mesmo um rotor.
Indicadas para Dourado, traíra, Matrinxã, Tucunaré, Aruanã entre outros.
A colher é uma isca simples, feita de metal e com formato de uma colher. O seu atrativo é o reflexo do sol na parte metálica.
A vantagem é que elas são simples, baratas e muito resistentes. É inevitável a utilização de um girador ou até mesmo um rotor.
Elas podem pegar Dourados, traíras, Matrinxã, tucunaré, Aruanã entre outros.

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