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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Como cuidar do seu Acará Disco (Symphysodon Discus)



É um ciclídeo originário da região amazônica.
  • Aquário ideal - para Acaras discos, aconselhamos de 100 litros para cima (recomendamos em um aquário de 100 litros, de 4 à 5 discos jovens no máximo).
  • Solo do aquário - pode ser um aquário liso (sem nada, só o vidro), desse modo as trocas de água seriam diárias, trocas parciais de 10 a 20% do aquário. Ou pode ser um solo de areia, areia de rio (fina), compre a areia de rio neutra desse modo as trocas de águas parciais seriam 1 ou 2 vezes na semana, entre 10 à 20% da água do aquário. (troca-se menos, por causa da grande quantidade de biologia formada pela areia).Obs:
Nas trocas de água, entre com uma água sempre de boa qualidade, sem metais pesados e cloro.
  • Temperatura ideal - 28/30 graus (existem aquecedores com termostato, para manter sempre a mesma temperatura).
  • pH ideal - 5.5 a 6.5 (pode-se adquirir o acidificante e teste de pH em qualquer loja de aquário).

    Água mole (grau de dureza 01/03) sem metais pesado e cloro (de preferência água filtrada).Obs:
A água da rua já é mole ,só que tem cloro e metais pesados, que não é bom para o Acará Disco - procure elimina-los.
  • Filtragem - Aconselhamos na parte interna do aquário um filtro de esponja , e na parte externa um filtro externo ou um fluval, vai depender do tamanho do aquário e quantidade de peixes.
  • Cuide bem dos seus peixes, eles dependem de voce para viver bem.


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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Acará Disco



É um ciclídeo originário da região amazônica.
  • Aquário ideal - para Acaras discos, aconselhamos de 100 litros para cima (recomendamos em um aquário de 100 litros, de 4 à 5 discos jovens no máximo).
  • Solo do aquário - pode ser um aquário liso (sem nada, só o vidro), desse modo as trocas de água seriam diárias, trocas parciais de 10 a 20% do aquário. Ou pode ser um solo de areia, areia de rio (fina), compre a areia de rio neutra desse modo as trocas de águas parciais seriam 1 ou 2 vezes na semana, entre 10 à 20% da água do aquário. (troca-se menos, por causa da grande quantidade de biologia formada pela areia).Obs:
Nas trocas de água, entre com uma água sempre de boa qualidade, sem metais pesados e cloro.
  • Temperatura ideal - 28/30 graus (existem aquecedores com termostato, para manter sempre a mesma temperatura).
  • pH ideal - 5.5 a 6.5 (pode-se adquirir o acidificante e teste de pH em qualquer loja de aquário).

    Água mole (grau de dureza 01/03) sem metais pesado e cloro (de preferência água filtrada).Obs:
A água da rua já é mole ,só que tem cloro e metais pesados, que não é bom para o Acará Disco - procure elimina-los.
  • Filtragem - Aconselhamos na parte interna do aquário um filtro de esponja , e na parte externa um filtro externo ou um fluval, vai depender do tamanho do aquário e quantidade de peixes.
  • Cuide bem dos seus peixes, eles dependem de voce para viver bem.

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Aquário de lebistes ou guppys

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terça-feira, 7 de julho de 2015

fotos de aquários plantados

Fotos de aquários de aquaristas conhecidos.








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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Aquário Plantado

Depois de 3 meses, com o substrato de  humus de minhoca. Discos e Acará Bandeira Véu.





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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Peixe Oscar


Peixe Óscar
Família do peixe Óscar: Ciclídeos Americanos
Nome comum: Óscar
Nome científico: Astronotus Ocellatus
Distribuição geográfica do peixe Óscar: Bacia do Rio Amazonas.
Comprimento em adulto do peixe Óscar: Até 25 cm (podendo ser mais).
Tamanho do aquário adequado a peixes Óscar:
O aquário deve ter, no mínimo, 150 litros para proporcionar espaço suficiente para, pelo menos, poder dar a volta. Talvez seja possível manter um exemplar em aquários mais pequenos, mas isto só vai causar stress ao peixe Óscar e, possivelmente, doenças daí derivadas.
Temperatura da água: 20 – 26º C
pH: 7.2
GH: 10
O peixe Óscar É um peixe bastante resistente, que tolera uma grande amplitude de valores de ph e de dureza. O importante é a estabilidade. As grandes variações de ph podem ser perigosas, tal como para todos os peixes de aquário. Assim como para o ph, eu não dou grande importância à dureza da água de rede. A água de rede de Lisboa é ligeiramente alcalina e mediamente dura. Quanto ao ph, não me preocupo, pelas razões acima indicadas. Sei que é sempre o mesmo e raramente o testo. Claro que para a dureza da água, a regra é uma água macia. Mas tem a desvantagem de perder o chamado “poder-tampão”, que, grosso modo, se traduz na capacidade de manter os valores de ph fixos. Ou seja, uma água dura tem sempre o mesmo ph (normalmente alcalino), ao passo que uma água macia torna difícil a manutenção do ph nos valores desejados. Assim, se os peixes em causa são resistentes e suportam uma certa amplitude destes valores, para quê perder tempo, paciência e dinheiro para criar um ph e dureza “artificiais”? Claro que isto não se aplica a todas as espécies, porque há algumas muito sensíveis às qualidades da água (ex. Discos, neons). Mas, no caso de um oscar que habita um aquário lisboeta, o ph e a dureza realmente não interessam. O que considero de fundamental importância para TODOS os peixes é o cuidado com os produtos resultantes da decomposição da matéria orgânica (amónia e nitritos).
O que quero dizer é que esse ciclo pode ser feito com o(s) oscar(es) dentro do aquário, porque estes são resistentes. É necessário, no entanto, proceder a mudanças de água frequentes (cerca de 20% por semana, ou mesmo 2 vezes por semana) até o ciclo estar completo – aproximadamente 1 mês. Depois, pode-se passar a um esquema de mudanças de água de 20% ou 30% por mês ou duas vezes por mês. Escusado será dizer que só é possível controlar este processo efectuando os testes de amónia, nitrito e também de nitrato, não sendo este último de vital importância na minha opinião.
O Óscar é compatível com vários peixes, mas, nesse capítulo, devo confessar a minha ignorância e deixar um “link” que acho muito útil: www.aquariacentral.com. Posso no entanto dizer que, com o espaço suficiente, são compatíveis com pl*cos (hipostumus plecostumus) e com
ciclídeos presidiários (cichlasoma nigrofasciatum), que são os que eu tenho. No fundo, as compatibilidades não passam de uma questão de espaço. Na natureza estão todos no mesmo “aquário”…
Quem tem ciclídeos, sabe do que eu estou a falar… E, de entre os ciclídeos, o oscar é especial. Tenho ouvido várias pessoas que o indicam como o mais inteligente dos peixes de aquário. Dantes achava que isto era um exagero, mas já tenho oscares há tempo suficiente para não me espantar com estas afirmações. O meu Óscar conhece o dono. O meu Óscar assusta-se e ataca estranhos; deixa-me tocar-lhe; come da minha mão. O meu Óscar tem ciúmes do meu cão!
Não adianta tentar as plantas naturais, porque o oscar tem o hábito de fazer escavações na areia e destruir todas as plantas vivas. Qualquer decoração utilizada deve estar bem presa ou ter um peso que não lhe permita deslocá-la. De outra forma, o oscar vai decorar o aquário à sua maneira. Também é aconselhável ter bastante espaço aberto. Não convém ter o aquário muito cheio de decorações, pois os oscares só apreciam esconderijos onde possam caber e cedo deixam de caber nos esconderijos dos aquários mais comuns.
Não é aconselhável o uso de filtro de fundo porque, devido à grande quantidade de desperdício resultante da alimentação, rapidamente perderá a sua eficácia, fazendo mais mal do que bem. O mais indicado será um ou dois filtros motorizados, com um débito total por hora de 5 vezes ou mais a capacidade do aquário.
Alimentação do peixe Óscar:
O Óscar é um peixe carnívoro e grande. Como tal, necessita de uma quantidade de alimento de acordo. Além disso é um peixe muito “guloso”! O meu Óscar, após ter comido vários “sticks”, continua a “implorar” por mais e, enquanto eu lhe fôr dando, ele continua. Também não é, obviamente, um peixe de comunidade (a menos que estejamos a falar de aquários muito grandes), porque come todos os peixes que lhe couberem na boca. Já ouvi demasiadas histórias de pessoas que, inadvertidamente, compraram Óscares em jovens para os pôr no seu aquário comunitário e acabaram por ter uma surpresa muito desagradável.
No capítulo da alimentação, as opiniões divergem: Por um lado há aqueles “puristas” que defendem o regresso às origens e que acham que nada é melhor do que alimento vivo para os Óscares. Por outro, há os que acham que os
alimentos vivos não são equilibrados e que não possuem os nutrientes e elementos para uma vida saudável, que abundam nos actuais alimentos processados. Eu acho que ambos têm razão. Os primeiros até arranjaram solução para as vitaminas e minerais e alimentam toda a espécie de alimentos vivos (grilos, peixes, lagostins) com esses alimentos processados, para poderem, indirectamente, dar aos seus oscares esses elementos. Apesar de achar que ambos têm razão, actualmente não utilizo alimentos vivos, porque isso impressionaria muito a minha filha de 5 anos, pelo menos no que se refere aos peixes e lagostins. Os alimentos que utilizo mais frequentemente são: “Sticks” para ciclídeos, comprimidos, larvas de mosquito vermelhas congeladas, ovas de pescada e miolo de camarão. O importante é, tal como nos humanos, a variedade.
Reprodução do peixe Óscar:
A verdade é que isso é o que eu desejo e já tentei conseguir com os oscares, mas sem sucesso. Para pensar na reprodução dos peixes òscar a sério preciso, em primeiro lugar, de espaço. E é o que não tenho. O maior aquário que tive até hoje é o de 205 litros que tenho actualmente e é manifestamente insuficiente. Como tal, não posso falar da minha experiência e só do que já ouvi. A reprodução dos Óscares não é difícil. O problema é que requer certos mínimos que não são fáceis de atingir. Para começar, é virtualmente impossível determinar o sexo de um oscar jovem. Mesmo de um adulto é muito difícil e há quem diga que é completamente impossível, a não ser que se adquiram vários exemplares e, confiando nas probabilidades, se espere que cresçam e que formem pares. É fácil imaginar o tamanho do aquário necessário para tornar este método viável…
Uma vez conseguido (eu ainda ando à procura do método certo para mim) um casal, o resto virá por acréscimo. À semelhança de muitos outros ciclídeos, os oscares tratam do assunto deles sem necessitarem de grande intervenção humana. Existem, no entanto, certos “indícios” que alegadamente podem determinar o sexo de um oscar. Mas, como isso não é regra nem é de aceitação unânime nos criadores de oscares, não vou falar deles. Só para terminar, gostaria de dizer que sou capaz de apostar que o meu oscar é macho. Mas posso estar enganado…
Alguém sabe como se reproduz peixes Óscares?

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Aquário plantado com 30 dias

   Aqui esta um aquários plantado com 30 dias, ou seja, já faz 30 dias que eu montei este aquário e ele esta ficando assim.
   Usei o substrato de húmus de minhoca, da um pouco de trabalho, porque tem que lavar o húmus, seca,  mais pelo visto é muito bom. Coloquei os neons ontem pela manhã, e ta tudo certo.


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domingo, 9 de dezembro de 2012

Corydoras sterbai




Nome Popular: Coridora Sterbai
Família: Callichthyidae
Origem: América do Sul / Bolívia e Brasil
(Coletada nos rios Guaporé, Mamoré, Solimões,
Madeira).
Tamanho: Aproximadamente 6 a 7 cm.
Comportamento: São peixes ativos e cardumeiros,
ótimos para aquários comunitários.
Agressividade: Pacífico
Manutenção: O aquário deve possuir substrato
fino que não machuque seus delicados
barbilhões e nem permita o acúmulo de detritos
que possam contribuir para diminuir a
qualidade da água, sendo, neste caso, a areia o
mais indicado. Apesar da ampla faixa de pH e
GH, preferem águas mais ácidas e moles.
Temperatura: 24 a 28 ºC
pH: 6.0 a 7.6
Alimentação: Onívoro, aceita de tudo, oferecer
alimentos vivos semanalmente e usar
rações próprias para peixes de fundo.
Dimorfismo sexual: É mais fácil sexá-las
quando as vemos por cima, a fêmea costuma
ter o ventre um pouco mais roliço que o do
macho e é um pouco maior.
Reprodução: Mantenha a proporção de 2
machos para cada fêmea. Ofereça bastante
alimento vivo e quando as fêmeas estiverem
visivelmente mais roliças – cheias de ovos
– realize uma grande troca de água, cerca
de 50%, que esteja levemente mais fria, aumente
a vazão da filtragem criando uma leve
correnteza e aumentando a oxigenação. Após
o ritual de acasalamento, macho e fêmea se
“abraçam” e um ovo é expelido, a fêmea, então,
utiliza suas nadadeiras ventrais para pegar
o ovo e grudá-lo a uma superfície previamente
limpa, os adultos não cuidam dos ovos e
filhotes. Os ovos eclodem dentro de 3 a 5 dias,
após a eclosão, os alevinos irão consumir o
conteúdo do saco vitelino e depois disso podem
ser alimentados com náuplios de artêmia,
microvermes e outros alimentos compatíveis.
Conforme forem crescendo, alimentos maiores
podem ser oferecidos.

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Borboleta de Asas Negras












Nome Popular: Borboleta de Asas Negras
Família: Gasteropelecidae
Origem: América do Sul / Bacias do Rio
Negro, Rio Orinoco, Rio Madeira e Amazônia
Peruana.
Tamanho: Aproximadamente 3 a 4 cm.
Comportamento: Cardumeiro, pacífico,
deve ser mantido com companheiros calmos
e de tamanhos compatíveis, gosta de
nadar entre raízes de plantas flutuantes e é
ótimo saltador.
Agressividade: Leve entre os machos da
mesma espécie e semelhantes, pacíficos
com os demais.
Manutenção: Aquário com abundância de
plantas flutuantes e bem tampado para evitar
saltos fatais.
Temperatura: 24 a 30 ºC
pH: 5,5 a 6,5
Alimentação: Onívoro, aceita de tudo,
oferecer alimentos vivos ao menos uma
vez por semana.
Dimorfismo sexual: Difícil diferenciar
machos e fêmeas fora da época de reprodução,
durante esta época pode-se observar
diminutos ovos brancos dentro do corpo da
fêmea, que tende a ser ligeiramente maior
que o macho.
Reprodução: Ovíparo, o aquário deve
possuir uma boa quantidade de plantas flutuantes,
pois é nas raízes das mesmas que
a fêmea irá liberar os ovos, eles eclodem
em cerca de 30 a 36 horas quando mantidos
em temperatura mais elevada. Após
cerca de 5 dias da eclosão os alevinos já
consumiram o conteúdo do saco vitelino e
começam a nadar livremente, não ocorre
o cuidado parental nesta espécie e os pais
devem ser retirados do aquário de reprodução
assim que a desova for concluída.
A partir do momento em que os filhotes
apresentarem nado livre pode-se dar ração
específica para alevinos de ovíparos e alimentos
vivos, conforme forem crescendo,
alimentos maiores podem ser oferecidos.
Os filhotes começam a apresentar o formato
dos adultos a partir dos 20 dias de
idade.
Outras informações: Esta espécie pode
ser encontrada nas lojas sendo mantida
junto com exemplares de Carnegiella strigata.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Comedor de Algas Chinês (CAE)


Comedor de algas chinês (CAE)
Nome Científico: Gyrinocheilus aymonieri
Família: Gyrinocheilidae
Origem: Sudeste Asiático
pH: 6.6 a 7.4
Tamanho Adulto: 25 cm
Definição: Ótimo comedor de algas em geral, podendo ser menos inclinado a comer algas depois de adulto. Pode-se tornar agressivo quando atinge a maturidade sexual e costuma não tolerar a presença de outro CAE no mesmo espaço. Peixe muito ativo.

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domingo, 11 de novembro de 2012

Labeo Bicolor




Flying Fox / Raposa Voadora
Nome Científico: Epalzeorhynchus kallopterus
Família: Cyprinidae
Origem: Sudeste Asiático
pH: 6.6 a 7.2
Tamanho Adulto: 13 cm
Definição: Bom comedor de algas em geral, é um peixe bastante ativo. Ao contrário dos CAE e SAE, costuma ser mais tolerante com a presença de outros exemplares da mesma espécie, podendo ser mantidos em pequeno cardume.

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sábado, 10 de novembro de 2012

Cascudos para Aquários



Cascudo
Nome Científico: Ancistrus sp. / Hypostomus sp.
Família: Loricariidae
Origem: América do Sul
pH: 6.0 a 7.0 (pode variar de acordo com a espécie)
Tamanho Adulto: Variável de acordo com a espécie
Definição: Em geral come algas marrons e verdes;
dependendo da espécie, poderá crescer bastante e
desenraizar plantas.

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Plantas aquáticas para aquário

Cladophora aegagropila


Família:
Hypnaceae
Origem:
Europa e Ásia
Hábito:
Submersa livre
Tamanho:
30 cm de diâmetro
Temperatura:
5 a 28 °C
Iluminação:
Baixa a moderada
pH:
6 a 9
Manutenção:
Fácil
Crescimento:
Muito lento
Propagação:
de fragmentação vegetativa.
Reproduz-se através
Plantio:
aquário.
    Talvez seja a planta mais interessante
de todas, devido ao seu
formato nada comum, sua forma
arredondada, criando uma bola,
é natural. A
apenas como uma planta curiosa ou para
coleção, pois não se encaixa em nenhum
tipo de decoração de aquários plantados, a
não ser que se desfaça a bola e prenda seus
pedaços em troncos ou outros objetos. Eu
ainda não conheço muito bem essa planta,
portanto, não posso dizer como ela irá
reagir depois de desmembrada, mas já vi
alguns aquários montados dessa forma e
aparentemente o resultado é fantástico.
Basta deixá-la solta.   

(Linnaeus) Rabenhorst

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sábado, 15 de janeiro de 2011

Aquário plantado (tudo o que é necessário para a montagem de um plantado)

Para um aquário plantado vamos precisar de:
  •  aquário (vidro)
  •  material de fundo
  •  água
  •  iluminação
  •  plantas
  •  fauna
  •  acessórios opcionais
Vamos para a montagem:
 
Aquário:
 
   Existem  vários tamanhos disponíveis de aquários, e geralmente alguns aquaristas pensam logo em montar algo grande, mas existem certas limitações técnicas que se seguidas desde a escolha do aquário, já evitariam problemas com a  adequação do mesmo.
   Se a intenção for utilizar lâmpadas tubulares ou compactas normais, e formar carpetes de plantas baixas, a altura ideal é de no máximo 50 cm , embora a medida ideal seria em torno dos 45 cm de altura de coluna de água, porque essa é a profundidade que a iluminação normal consegue atingir, a coluna de água funciona como um filtro que quanto mais profundo, menos luminosidade chega até as plantas, para a planta  poder absorver mais a luminosidade, a planta acaba aumentando os espaços entre os nós da planta, deixando-as de aspecto ralo e o crescimento fica espigado ao invés de formar um carpete rasteiro e compacto.
   Mais alto que isso, teríamos que utilizar as lâmpadas tipo HQI que tem maior penetração (mais caras), ou usar plantas de porte maior na montagem dos carpetes (tipo sagittarias, echinodorus anãs, etc) para compensar a grande profundidade.
 
 Material de fundo:
 
Vamos definir a nomenclatura usada para cada material, pois é comum existir uma certa confusão quando os iniciantes tentam se expressar em conversas.

  • Material inerte:  é o material utilizado no fundo e como não tem praticamente nada de nutriente por em geral ser um material inócuo ou seja não deve interferir nem na água e nem fornecer nutrientes. A cor deste material vai depender do contraste pretendido na montagem, principalmente nas áreas que vão ficar desnudas de plantas. Serve para a fixação das raízes das plantas. É nesta camada que vão se estabelecer as bactérias nitrificantes, existem várias possibilidades de material que podem compor esta camada:

a)Areia fina: é uma areia bem fininha, mas deve ser usada apenas em áreas em que não se pretende plantar, e não muito extensas, porque pelo pequeno diâmetro acabam com o tempo ficando muito compactadas, dificultando a entrada ou progressão das raízes, e outro problema que pode aparecer depois, se usadas em partes com nível mais baixo, é que acabarão tendo muito acumulo de resíduos, pela impossibilidade destes penetrarem nos interstício dos grãos.

 
b)Areia grossa: é a areia de construção, usada para fazer massas de cimento. Tem os mesmos inconvenientes da anterior.

 
c)Cascalho: tem a granulometria maior que 2 mm e até 5 mm e favorece a entrada dos resíduos, e evita assim que se tenha que sifonar e esses resíduos acabam servindo de alimento para as bactérias, que os convertem em outros produtos menos tóxicos e de mais fácil assimilação pelas plantas.As vezes, se utiliza o termo "areia peneirada" como sinonimo de cascalho fino, e ele é resultante dos resíduos que sobram ao se peneirar a areia grossa de construção, ou seja, a parte mais grossa (pedrinhas).
Quanto a forma dos grãos é sempre preferível os de aspecto mais irregular, porque deixam maiores espaços entre si, favorecendo a penetração dos resíduos e das raízes.
 
  • Material rico em nutrientes: essa porção que vai colocada abaixo do material inerte, é geralmente rica em nutrientes para as plantas. E existem varias opções:

a) Substrato pronto: (geralmente importado) é um produto que tem todos os nutrientes de que a planta necessita para o crescimento, mas a formulação varia de acordo com cada fornecedor.
Alguns vem na forma húmida, outros vem secos, mas todos via de regra dispensam a adição da laterita, porque já contem ferro.

 
b) Húmus de minhoca tratado: é o húmus que é submetido a um processamento que consiste em fervura, e uma serie de lavagens para retirar a maior parte da matéria orgânica. Mas por não ter ferro necessita da adição de laterita.

c) outros materiais : existe ainda a possibilidade de se utilizar terras ricas, terras vegetais, argila, e muitos outros mas pela falta de padronização e multiplicidade de problemas que podem ocorrer com estes materiais não vamos nos ater a eles.
 
 Água:
 
   Este item também merece algumas explicações, porque são motivo de dúvida constante, a maioria das pessoas procuram utilizar água de mina ou poços artesianos, para evitar utilizar água tratada com produtos químicos, ou para evitar o aparecimento de algas, mas há um detalhe de que esse tipo de água por sair direto do solo sem um contato prévio com a atmosfera, e se provenientes de solos que tenham riqueza em algumas substancias podem estar carregadas delas em uma forma e assim que expostas a ação da atmosfera, reajam produzindo outras que mudam muito rapidamente a sua constituição.
   Exemplo disso é a região onde a água tem alta reserva alcalina, mas a despeito disso sai com um pH bastante acido do solo, mas depois de expostas ao ar, seu pH rapidamente em questão de pouco tempo sobe para patamares extremamente alcalinos, e essa mudança rápida acaba matando peixes e até plantas. Para quem utiliza este tipo de água é muito importante deixá-la em descanso por alguns dias(5 a 10 dias) antes de ser utilizada, para que a reação se complete e a água volte a uma estabilidade boa para o uso.
   As vezes a água da torneira, que já é estabilizada no tratamento, (desde que inativemos o cloro presente) pode até ser usada sem a necessidade de um descanso prévio.
   Portanto o melhor sempre antes de optar por essa ou aquela fonte de água tentar perguntar a pessoas com mais experiência na região, ou agir com cautela, para evitar possíveis sacrifícios dos habitantes dos aquários.
   Antes de optar pelos peixes devemos estabelecer no estudo do futuro aquário, qual o pH que pretendemos manter, porque para 99% das plantas o pH não é limitante, pois crescem bem em alcalinidade ou acidez, mas os peixes sofrem mais em pH inadequado. O uso do CO2, por exemplo, teoricamente acidifica a água se usado em doses grandes, mas pode ser usado em doses menores e deixar um pH ainda alcalino...embora isso varie com a composição da água utilizada.
 
Iluminação:
 
   A planta para crescer precisa de luz. Algumas são mais exigentes que outras, mas todos precisam dela para realizar a fotossíntese.
   Plantas são seres vivos que tem a capacidade de transformar substancias inorgânicas em orgânicas usando como energia a Luz. Por isso elas foram tão importante para o aparecimento e desenvolvimento das outras espécies que se utilizaram das plantas como fonte de nutrientes.
   Alguns dizem que luz demais, ou de menos, causam o aparecimento de algas, errado, o que pode ocasionar isso são variações bruscas em qualquer parâmetro, por ex: a troca de uma lâmpada cansada e fraca por outra nova e logicamente mais potente. A própria planta nos mostra quando a iluminação está deficiente, pois ela se mostra espigada e com espaços entre os nós do caule aumentados em comprimento, por outro lado se a iluminação estiver correta esses espaços ficam bem reduzidos e a planta tem um aspecto compacto.
 

Plantas:
 
   Existe uma enorme variedade delas, e 99% delas são muito pouco exigentes em situações rígidas de manutenção, e destas uma boa parte nem é exigente em nutrientes podendo tranquilamente se desenvolver utilizando apenas poucas doses desses nutrientes que encontra na própria água, e algumas se desenvolvem sem ao menos precisar utilizar de raízes nesta tarefa, pois utilizam a absorção foliar.
   Cabe a quem vai executar a montagem optar por plantas que aceitem as condições que vão ser usadas. Aqui recomendo a leitura deste tópico (plantas sem substrato) onde citamos as plantas menos exigentes.
 
Fauna:
 
   É o termo usado para a porção que abrange os vertebrados (peixes e crustáceos) e os invertebrados   (caracóis, e outros organismos que não são vistos a olho nu, mas que ajudam tanto na alimentação quanto na biologia do sistema (zooplancton)).
   Precisamos, antes de escolher que tipo de peixes vamos colocar, definir como serão mantidos os parâmetros da água ou seja usar peixes adequados ao pH, dH, temperatura, etc, que pretendemos deixar futuramente no aquário.
  Os caracóis fazem uma faxina criteriosa de tudo, e até o cascalho fica rigorosamente limpo, e pelo cascalho ser de granulometria maior os resíduos acabam entrando pelos espaços entre as pedrinhas e ali as bactérias os transformam em novas substancias aproveitáveis como nutrientes pelas plantas e menos tóxicas que eram originalmente para os peixes ou invertebrados. Se agirmos sempre de modo gradativo em nossas ações com um aquário o sistema todo encontra o equilíbrio com bastante rapidez, ou seja, em outras palavras devemos sempre fazer introduções ou mudanças no conjunto de maneira gradual, porque mudanças bruscas podem afetar o equilíbrio do sistema todo e gerar problemas.

Acessórios opcionais:

  
  •  bombas
  •  filtros
  •  CO2
  •  difusores de CO2
  •  squimers
  

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Aquário Comunitário

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Peixes Ornamentais e suas belezas

Arraia Motoro Bolas Laranja (Potamotrygon motoro) 25-30 cm
motoro1

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

AQUARISMO

É fundamental você lêr isso, antes de colocar os peixes no aquário:

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Deixe-me começar dizendo que eu não sou especialista em plantas aquáticas. Apesar de ter cerca de 15 anos de experiência com aquarismo, durante o qual eu sempre mantive plantas vivas nos meus aquários, o meu verdadeiro interesse em aprender os detalhes mais finos e necessidades das muitas espécies de plantas aquáticas começou há apenas 2 anos. Mas acho que já é o suficiente para eu me considerar um iniciado neste aspecto do hobby, e ousar escrever esse artigo.

Plantas

A primeira coisa que a minha experiência permite dizer é que manter plantas saudáveis é essencialmente nada diferente ou mais complicado do que manter peixes saudáveis. Tudo que precisamos perceber é que, assim como os peixes, plantas são seres vivos que vão prosperar contanto que as suas necessidades básicas sejam razoavelmente satisfeitas. Assim como peixes, existem espécies resistentes que facilmente toleram condições menos favoráveis ou erros por parte de um iniciante, e existem espécies muito sensíveis recomendadas somente para o aquarista mais experiente. Este artigo vai descrever um procedimento simples e barato que permite a qualquer um rapidamente montar um aquário plantado bem sucedido. Mas primeiro, vamos discutir alguns detalhes a respeito da escolha do tanque e outros equipamentos que você vai usar.

Dimensões do Tanque

Como você sabe, aquários vêm em todos os tamanhos e formas. A coisa mais importante a considerar quando se escolhe o tanque é que ele não deve ser muito alto. Isso porque a quantidade de luz que uma planta efetivamente recebe decresce rapidamente com a profundidade da água. Para um primeiro aquário, alturas entre 30 e 45 cm são adequadas, e um volume total entre 50 e 200 litros será apropriado para permitir um paisagismo rico sem gastar muito dinheiro.

Outro detalhe que vale a pena levar em conta é o comprimento do tanque. Como o melhor tipo de iluminação para aquários plantados simples são os tubos fluorescentes, e eles vêm em comprimentos padrões (veja tabela abaixo), idealmente um aquário deve ser apenas um pouco mais comprido do que um desses valores, e nunca um pouco menor. Isso ajuda a reduzir o custo da iluminação, e otimiza a distribuição da luz por todo o aquário.

Alguns Tubos Fluorescentes Padrões

Tamanho (cm) 45 60 90 120 Potência (W) 15 20 30 40

Iluminação

Provavelmente, o fator mais importante no sucesso de um aquário plantado seja a iluminação adequada. As referências mais comuns usadas em aquários plantados simples são deixar as luzes ligadas cerca de 10-12 horas por dia, e usar pelo menos 1 Watt de luz fluorescente para cada 2 litros de volume do tanque. Portanto se você tem um aquário de 120 litros você precisaria pelo menos 60 W de iluminação fluorescente (três tubos de 20 W, ou quatro de 15 W). Outro fator a considerar é o tipo de tubo fluorescente. Existem várias marcas e modelos diferentes no mercado, mas os tubos do tipo "Luz do Dia" (encontrados em qualquer loja de material elétrico ou construção), funcionam muito bem e são muito mais baratos do que os tubos especializados. Portanto se você está disposto a investir em uma iluminação especializada ótimo, mas também pode optar por uma mistura de especiais e comuns, ou até mesmo só comuns.

Filtragem

Embora não seja impossível, manter plantas saudáveis com um Filtro Biológico de Fundo (FBF) não é recomendável porque este tipo de filtro (aquelas placas que ficam embaixo do cascalho com uma torre indo até a superfície) prejudica o crescimento das raízes e limita a escolha de cascalho e o uso de aditivos para as raízes. Se o seu aquário já está montado com um FBF, tudo bem. Faça uma tentativa, e se você não estiver obtendo os resultados desejados considere desativá-lo (isto deve ser feito com cuidado, principalmente se o aquário estiver funcionando há muito tempo e tiver muita sujeira acumulada no cascalho). Mas se você estiver montando um aquário novo, você deve definitivamente dar preferência a outros filtros. Para aquários menores, filtros externos (aqueles que ficam pendurados na borda do vidro) funcionam muito bem e não custam muito caro. Para aquários maiores. filtros tipo canister (filtros independentes, com mangueiras retirando e devolvendo água para o aquário) são excelentes opções. Filtros tipo Wet-Dry e Trickle devem ser evitados porque o maior contato com o ar causa a remoção de CO2 da água, e este é um ítem importante como veremos abaixo. Um guia comum para ajudar a dimensionar a filtragem é que ela deve circular cerca de 5 vezes o volume do aquário por hora. Portanto um aquário de 120 litros deve ter uma filtragem que circule cerca de 600 litros/hora. Muito menos que isso podem acumular-se sujeiras e toxinas, muito mais que isso pode haver excesso de movimentação da água e as plantas não gostam disso.

Cascalho

Se o seu aquário usa um FBF, você está limitado a cascalho com pedrinhas de cerca de 1 cm ou mais de tamanho (para que a água possa fluir bem através dele), e não pode usar aditivos nele porque este filtro os remove do cascalho e joga para dentro da água. Sem um FBF, você tem várias opções de cascalhos finos e areias. Idealmente, aquários plantados devem ter uma camada de 5-8 cm de cascalho com granularidade de 1-3 mm. Se a sua intenção é criar um aquário com visual natural, você deve obviamente escolher um cascalho que pareça natural (geralmente tons de marrom ou cinza). Ele também deve ser neutro, isto é, não interferir com o pH e a dureza da água. Aditivos de cascalho ricos em ferro são altamente recomendáveis para um prolongado crescimento de plantas. Laterita também é uma excelente opção (um tipo de cascalho natural rico em ferro).

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